A aprovação de todo mundo

Existem três categorias sociais básicas na vida de todos nós seres humanos:

1 – Família: Goste ou não, está presente em suas conquistas, falhas, Natal, aniversário e estará sempre presente, não importando a questão geográfica ou temporal (ex. te peguei no colo)

2 – Amigos: Estão sempre com você e isso se deve à convivência, intimidade, personalidade, gostos em comum, atividade profissional, apego “fraternal”,  etc…

3 – Conhecidos: Aquele cara é muito engraçado, aquela menina é muito parceira, adoro encontrar o “Jão” no happy hour, ela tem os mesmos dilemas que eu no trabalho, encontro esse loko em todos os shows…

Como pessoas, ou como parte de uma sociedade, queremos ser bem vistos e geralmente nos destacar uns dos outros devido à habilidades únicas. Se não temos o feedback esperado, ficamos a pensar se nossas capacidades são mesmo úteis ou admiráveis pelas pessoas à nossa volta, sejam elas família, amigos ou conhecidos.

Não existe uma definição exata para este nosso sentimento, que quase sempre está ligado à nossa vida profissional. Pode ser pressa, angústia, inferioridade ou até frustração.

Sim, cada um de nós tem medos, inseguranças e aprendizado pela frente, porém mesmo tendo em mente essa condição igualitária nos sentimos mais ou menos do que o próximo. Nosso medo então agrega, além do que podemos ou não ser, a intimidação e expectativa do que o nosso círculo social pode achar da gente. “Ele não é capaz, ela não tem futuro, esse aí tem umas ideias erradas, essa aí não faz bem o trabalho”…

A partir do momento em que as pessoas colocam um “curtir” no seu trabalho, você se sente dentro de uma fortaleza e começa a ser requerido, querido e procurado.

Por que não investir no que você mesmo acha que é válido ou suficiente em qualquer das áreas que você mesmo acredita ser bom sem se preocupar com os outros?

E por que nós, integrantes de uma sociedade, precisamos tanto da aprovação de terceiros para sermos felizes em nossas realizações ou para nos sentirmos enturmados e satisfeitos?

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2 comentários Adicione o seu

  1. Rafa Ribeiro disse:

    Tudo isso é por causa dos nossos maiores medos como ser humano, ser social, que são ser rejeitado, reprovado, reprimido… ou seja, todos querem ser aceitos em algum grupo, e o motivo não é algo lógico, mas sim nosso instinto, nossa natureza. Como a mensagem final de Into The Wild – “Happiness is only real when shared”. Muito legal o texto Ale, coloque suas próprias respostas pra essas perguntas aqui também! beijão!

    1. olivernews disse:

      Irado o que vc escreveu Rafa, é muito real mesmo.
      Eu posso até colocar minhas respostas ali, é uma ótima ideia, mas na maioria das vezes eu nao sei responder à essas perguntas haha

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